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Consultor de Amazonino tem relações com grupo terrorista, aponta jornal norte-americano

Giuliani, que também é advogado pessoal de Trump, confirmou que recebeu pagamentos do grupo iraniano durante dez anos.


Por Asafe Augusto – para o RedaçãoAM

O consultor de segurança do Estado do Amazonas, o proprietário da empresa Giuliani Security & Safety (GSS) e ex-prefeito de Nova Iorque, Rudolph Giuliani, tem relações com grupo terrorista iraniano Mujahideen-e-Khalq (MEK). É o que publicou o jornal norte-americano, The Washington Post, na sua edição online, na noite desta terça-feira (10).Com o título “Giuliani trabalha para clientes estrangeiros enquanto serve como advogado de Trump”, a publicação informa que o próprio empresário confirmou que é lobista do grupo MEK.

De acordo com o que apurou o jornal norte-americano, especialistas demonstraram preocupações com possíveis conflito de interesses entre os serviços de Giuliani para o grupo iraniano e os serviços de advocacia para o presidente do Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, podendo infringir as leis federais de ética.

O ex-prefeito disse ao Post que recebeu do grupo iraniano pagamentos, regularmente, durante dez anos, mas não divulgou os valores recebidos nesse período.

Giuliani afirmou, ainda, em entrevistas recentes ao The Washington Post, que está trabalhando com clientes no Brasil e na Colômbia, entre outros países, além de fazer discursos pagos para o polêmico grupo dissidente iraniano.

Contrato

Conforme publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), no dia 4 de maio, através da Portaria n 021/2018, Giuliani foi contratado pelo governador Amazonino Menses (PDT), por R$ 5,6 milhões para criar um plano de segurança pública eficaz para o Estado do Amazonas. Mas, até agora, a empresa de Giuliani só entregou um relatório com questões óbvias como as fronteiras do Estado serem abertas e, por isso, precisam ser reforçadas, além do aumento no efetivo de policiamento na capital e no interior.

Tendo entregue o relatório de apenas 30 páginas, a empresa norte-americana já recebeu, de forma adiantada, R$1,7 milhões – conforme informações do Portal da Transparência do Estado-, para a conclusão da primeira fase do plano de segurança.



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