Sinésio diz não querer que CPI da Energia seja igual anteriores que “não deram em nada”

O deputado estadual Sinésio Campos (PT) que preside Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Energia afirmou que, não quer que a comissão, recém instalada, seja como as anteriores, que na opinião dele, “não deram em nada”.

“Esses órgãos têm departamento que trata da defesa do consumidor. Eles terão a oportunidade de encaminhar à CPI o detalhamento de denúncias para contribuir com as investigações. Isso será o inverso do que acontece, de uma CPI enviar mais denúncias aos órgãos de controle e não queremos que essa seja igual as outras, que muitas vezes não dá em nada”, disse.

Sinésio também comemorou a decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) de revogar o recurso que suspendia a instalação da Comissão que tem o objetivo de investigar possíveis irregularidades na geração e distribuição de energia pela empresa Amazonas Energia.

Entenda

A CPI da Energia foi aberta no dia 1° de setembro com o objetivo de investigar possíveis irregularidades na geração e distribuição de energia pela empresa Amazonas Energia, mas, em 4 de setembro, durante plantão judicial, o desembargador Airton Luís Corrêa Gentil, do TJAM, decidiu suspender a Comissão alegando que o requerimento que deu origem à comissão era genérico.

No dia 10 de setembro, a Procuradoria-Geral da Aleam protocolou recurso para derrubar a liminar emitida pelo desembargador Airton Luís Corrêa Gentil. O recurso foi assinado pelos procuradores da Aleam Robert Wagner de Oliveira, Vander Góes e Gerson Viana. De acordo com o documento, a Casa Legislativa tem autonomia fiscalizatória de exercer a continuidade da CPI, visando investigar a precariedade do fato determinado de interesse social quanto ao serviço de energia, bem como o porquê dos constantes racionamentos, blecautes, apagões e a falta de manutenção da rede elétrica que ocasionam grandes transtornos aos consumidores do Amazonas.

A Comissão é composta pelo deputado estadual Sinésio Campos, como presidente, Carlos Bessa (PV), como relator, Dermilson Chagas (Podemos), Fausto Júnior (MDB) e Cabo Maciel (PL).

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