Em depoimento, padrasto confessa crime brutal contra enteada

A delegada Marília Campelo, responsável pela prisão de Carlos Alberto Paula Soares, 36, na noite dessa segunda-feira (29), afirma que o homem contou com frieza em depoimento como matou enteada.

“Ele não demonstrou nenhum arrependimento. Ele fala que primeiro estrangulou a vítima com as duas mãos no pescoço, pegou ela pelo pescoço, jogou ela no chão. Ela tentava se soltar e depois que ela estava desacordada, ele desferiu 12 golpes de faca no pescoço dela”, diz a delegada.

Marília ressalta que diferente do que aparentou para a imprensa na frente da delegacia, Carlos não esboçou qualquer arrependimento enquanto dava o depoimento.

Nas ligações e mensagens destinadas à ex-esposa, Carlos também não expressava arrependimento e repetia incansavelmente que a própria mulher tinha causado a tragédia ao traí-lo.

Sobre a suspeita de que Jhenyffer tivesse sido estuprada por estar sem a parte de baixo, a polícia não constatou conjunção carnal.

Em seu relato, o acusado disse que atacou a menina quando ela tinha acabado de sair do banheiro e por isso ela estava seminua e garante que não houve abuso sexual.

Na saída da delegacia para fazer o exame de corpo de delito, o homem pediu perdão à família da garota e classificou o crime bárbaro como “um momento de fraqueza”.

Carlos disse ainda que o crime teve relação direta com o novo relacionamento da ex-companheira: “Foi ciúme porque ela postou a foto de um rapaz que ela está recente”.

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